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Em tempos de resistência e re-existência, e de fortalecimento da Ciência brasileira, a Diretoria Colegiada do IPPUR promove o lançamento do novo Boletim informativo. A proposta visa consolidar espaços de diálogo, bem como a ampla difusão de saberes das áreas de planejamento urbano e regional e gestão pública.

 

O lançamento do novo Boletim IPPUR faz parte dos preparativos para as comemorações dos 10 anos do GPDES, em 2020, e dos 50 anos do Programa de Planejamento Urbano e Regional (PUR/UFRJ), em 2021.

 

Além disso, diante do contexto atual de desmonte e crise vivido pela Ciência brasileira, a Diretoria Colegiada do IPPUR entende que o reconhecimento de cientistas e suas contribuições para a sociedade depende, de modo geral, dos esforços de comunicação das universidades públicas, hoje responsáveis por mais de 95% da produção científica do país.

 

"Entendemos que é fundamental investir em ações de divulgação científica a fim de mostrar, para a sociedade em geral, a produção e os resultados que o IPPUR/UFRJ vem gerando nos últimos anos", afirma Orlando Alves dos Santos Júnior, diretor do instituto.

 

Desse modo, a política editorial do novo Boletim IPPUR será pautada na produção de conteúdo noticioso sobre pesquisas e projetos de extensão realizados nos cursos de graduação e programas de pós-graduação do instituto.

 

A ideia é mostrar como as pesquisas do IPPUR têm subsidiado a formulação de políticas públicas, por exemplo, como também contribuído para a tomada de decisões de gestores governamentais.

 

O boletim também dará espaço para artigos de opinião e entrevistas com docentes, que podem comentar e oferecer um olhar especializado sobre os temas debatidos socialmente.

 

O Boletim IPPUR fará ainda um monitoramento das áreas de planejamento urbano e regional, e de gestão pública no país, a fim de oferecer conteúdo para os alunos de graduação e de pós-graduação do instituto.

 

Colabore com o Boletim IPPUR — fluxo contínuo

 

Imbuídos desse propósito, gostaríamos de convidar toda a Comunidade IPPUR para colaborar com o re-lançamento do Boletim IPPUR.

 

O Boletim será quinzenal, todas as 2ª e 4ª quarta-feiras dos meses e contará com a colaboração do jornalista Breno Procópio e de estudantes vinculados à Agência IPPUR. E contará com a supervisão da Coordenação de Pesquisa, Extensão, Divulgação e Documentação, representada pelas professoras Deborah Werner e Lalita Kraus.

 

O Boletim trará informações de editais; chamadas de periódicos; divulgação de eventos; notas técnicas sobre temáticas diversas propostas pela Comunidade IPPUR e parceiros; síntese de artigos acadêmicos; entrevistas etc. A intenção é que seja colaborativo e, para tanto, contamos com o engajamento de todos.

 

Para divulgação de eventos, cursos e editais no Boletim, solicitamos que os pedidos sejam enviados com a antecedência de uma semana para o próximo Boletim (e em prazo compatível com a realização do evento).

 

A publicação de notas técnicas, artigos informativos, divulgação de resultados parciais ou finais de pesquisas, etc. será em fluxo contínuo, a ser publicado nas edições seguintes.

 

O email "O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo." receberá todo o material a ser publicado no Boletim, seja de conteúdo colaborativo (notas técnicas, artigos, entrevistas, etc), seja solicitação de divulgação de eventos e atividades realizadas pela Comunidade IPPUR e parceiros, que também serão publicadas no site do IPPUR, facebook e enviados por email.

 

Contamos com a colaboração de todos para a nova fase do Boletim IPPUR.

 

Para a primeira Edição, 11/09/2019, com a pauta "Resistindo às Reformas" teremos notícias sobre o Encontro do Campo de Públicas, a próxima Edição da Semana PUR, informações sobre editais e artigos sobre o Future-se e Reforma da Previdência.

 

Saudações IPPURIANAS

 

Breno Procópio — Jornalista responsável Boletim IPPUR

Coordenação de Pesquisa, Extensão, Divulgação e Documentação

Direção Colegiada

PROTESTO DE JOVENS NA FAVELA DO BOREL APÓS MORTE DE GABRIEL PEREIRA ALVES, 18, ESTUDANTE ALVEJADO POR BALA PERDIDA ENQUANTO ESPERAVA ÔNIBUS A CAMINHO DA ESCOLA. FOTO: MAURO PIMENTEL/AFP / Reprodução Carta Capital

 

Neste artigo para o site da Carta Capital, a pesquisadora Joyce Trindade (GPDES/IPPUR) aponta como a tentativa de invisibilização dos corpos negros se apresenta no planejamento da cidade e na massacrante distância das regiões periféricas até os locais de tomada de decisões institucionais.

 

O artigo "Compreender o passado, para enfrentar o presente e impactar o futuro" foi publicado no site da Carta Capital, em agosto de 2019. A autora Joyce Trindade é graduanda do GPDES/IPPUR e escreve sobre as temáticas da periferia, raça e gênero como estratégias de incidência social e política. É co-fundadora e diretora do Projeto Manivela e também faz parte do Mulheres Negras Decidem.

 

As opiniões emitidas neste artigo são de exclusiva e inteira responsabilidade do(s) autor(es), não exprimindo, necessariamente, o ponto de vista e/ou posição institucional do IPPUR/FRJ.

 

Nossos corpos desestabilizam as estruturas impostas

Por Joyce Trindade

 

O processo de formação da nação brasileira, durante o contínuo holocausto negro e indígena, é marcado pelo extermínio, dominação, coisificação e negação. A tentativa de invisibilização dos corpos negros se apresenta no planejamento da cidade e na massacrante distância das regiões periféricas até os locais de tomada de decisões institucionais, que são ainda mais intensificadas com as estruturas subalternizadas e discriminatórias dos modais de transportes presentes nas capitais.

 

Regiões periféricas mercantilizadas, segregadas e zoneadas com a autorização do Estado. Onde apesar da Constituição e as legislações urbanas preverem que o planejamento da cidade deve promover a democratização entre seus habitantes, notamos que as decisões tomadas em sua estruturação, expressam os privilégios das elites – herdeiros das empresas escravista, que sobretudo, são os principais interlocutores políticos e econômicos.

 

Os processos de negação de direitos fundamentais, violências sofridas pelo descaso do governo e a subalternização dos corpos periféricos, são institucionalizadas nas raízes históricas que estruturam as capitais e atingem predominante suas/seus moradoras/es negras/os e empobrecidas/os.

 

A população moradora de favelas no Brasil em 2010, chegou a cerca de 11,4 milhões de pessoas  e somente no Rio de janeiro, estavam cerca de 1,4 milhão (IBGE, 2010). Uma nação de favelados! Soma-se a esse número os “territórios invisíveis”; locais periféricos não mapeados pelo Estado, que tornam-se campos de batalhas no processo de especulação imobiliária.

 

A omissão perpetua as estruturas da invisibilidade, através dos instrumentos privados de acumulação, que são arrojados de forma legal entre agentes econômicos e coalizões políticas. Múltiplos atores, distribuídos nas diversas hierarquias que constituem a vida urbana, disputam posições e recursos, sendo a cidade uma arena e objeto de disputa. Dessa forma, os territórios invisíveis apresentam-se como locais de maior vulnerabilidade, sendo alvo de rupturas nos espaços e dinâmicas sócio-espacial.

 

Periferia pautando o futuro?

 

A construção do saber e as formas de vivenciar/estruturar os territórios e as bases legais, estão intrinsecamente ligadas ao imposicionamento da branquitude, estruturando as normas e consequentemente a exclusão. Vocacionar novos arranjos sociais, expandir a compreensão legal do direito à terra e dos mecanismos do Estado, é um agenciamento libertário e urgente que se personifica nas ações de diversos movimentos e coletivos periféricos. Onde cada vez mais, se mostra notório a urgência de pautarmos o nosso futuro a partir da nossa ancestralidade e expertises adquiridas no caos, mas que com o tempo transformaram-se em tecnologias.

 

Não devemos romantizar as favelas e os territórios periféricos, pois como já apresentado ao longo do texto, são espaços construídos dentro dos processos de dominação e exclusão. Entretanto, também se torna urgente reconhecermos que as mesmas, são estruturas contrárias às imposições coloniais. Nações Periféricas que diante da morte e das lutas contra os espaços marginalizados, estão se organizando – se aquilombando, para viver e revolucionar.

 

Durante 2018, escutamos muitas pessoas afirmarem que “ninguém soltaria a mão de ninguém”. Pessoas de diferentes classes, cores e posicionamentos, convictas que aquele era o momento de criar articulações sociais e políticas da base e para base. Entretanto, querida/o leitora/or, as formas de agenciamento de sobrevivência e resgate de sonhos, permanece sendo consolidada pelos periféricos e para os periféricos – Ubuntu.

 

Agenciamentos afro futuristas de potencialidades e impulsionamento de micro transformações territoriais de intervenções coletivas de moradores locais. Micro processos de formulações de projetos de incidências sociais, organizacionais e políticas, que no futuro revelam-se em projetos de alcance revolucionários. Antes, éramos somente empregadas domésticas que insistiam da educação de seus filhos, hoje somos jovens doutores e mestres que estão alcançando espaços inimagináveis pelos seus antepassados – Micros agenciamentos, revelando-se em macros transformações.

 

O nós por nós sendo efetivado na disseminação dos conhecimentos obtidos dentro dos muros universitários, revolucionando o acesso à informação e estruturando modelos de projetos baseados na identificação dos seus corpos como sábios. A insurgência a partir das nossas movimentações, pois nossos corpos desestabilizam as estruturas impostas.

 

Compreender o passado, para enfrentar o presente e impactar o futuro.

 

Joyce Trindade

capa burocraciaderua

 

O livro "Burocracia de Nível de Rua", de Michael Lipsky, é um dos clássicos na área de políticas públicas. Agora a obra ganha a sua primeira versão em português no lançamento da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

 

O lançamento do livro "Burocracia de Nível de Rua no Brasil" é mais um marco importante para a crescente literatura nacional sobre políticas públicas.

 

Originalmente publicado em 1980 em inglês, o livro se tornou rapidamente uma referência importante nos estudos sobre políticas públicas, lançando luz sobre atores essenciais mas muitas vezes invisibilizados: os burocratas, ou funcionários, que interagem com os usuários na implementação das políticas.

 

Essa categoria, brilhantemente proposta por Lipsky, incorpora a grande maioria dos funcionários próprios ou terceirizados da administração pública mundial: são todos os professores, policiais, assistentes sociais, profissionais de saúde, profissionais dos serviços carcerários, das agências de atendimento, das agências de serviço social e encaminhamento para o emprego. São todos aqueles que cotidianamente, interagem com os usuários dos serviços entregando serviços e políticas públicas.

 

Segundo Gabriela Spanghero Lotta, que assina o Prefácio do livro, no Brasil, assim como nos demais países, os burocratas de nível de rua ocupam o maior contingente de profissionais do setor público.

 

"São milhões de professores, policiais, assistentes sociais, profissionais de saúde e outros funcionários que realizam encontros cotidianos com os usuários. E é por meio deles que os direitos são, ou não, adquiridos, que a eficiência é, ou não, conquistada, que as desigualdades são, ou não, reduzidas. Olhar para eles é, portanto, tarefa primordial para quem pensa e gerencia o Estado. E é um locus fundamental de estudos para quem se preocupa com as políticas públicas", escreve e completa:

 

"Esperamos, assim, que este livro possa continuar contribuindo para a construção de uma agenda de pesquisas nacional preocupada em desvendar o mundo cotidiano da implementação das políticas públicas. E que possa contribuir para a formação de gestores públicos nos mais diversos entes federativos preocupados com o efeito de suas decisões em termos de acesso e qualidade de serviços aos usuários", afirma Gabriela Spanghero Lotta.

 

A publicação "Burocracia em Nível de Rua" está disponível para download no Repositório da Enap.

 

https://repositorio.enap.gov.br/handle/1/4158

"Migrantes" documentário

 

VI Seminário do NIEM – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Migratórios

 Rio de Janeiro, 9 e 10 de setembro de 2019

 Local: Escola Nacional de Ciências Estatísticas

 Rua André Cavalcanti, 106 - Bairro de Fátima

 Dia 09/09

 

 

9:00 Cerimônia de Abertura: 

César Augusto Marques da Silva (Ence-IBGE), Antonio Tadeu Ribeiro de Oliveira (OBMigra, DPE-IBGE) e Helion Póvoa Neto (NIEM, IPPUR-UFRJ)  

 

9:30 – 12:30 Mesa redonda: Políticas de migração e refúgio na América Latina

Ângela Magalhães Vasconcelos (Escola de Serviço Social, Labmigrar, CSVM/UFF)

Charles Gomes (Fundação Casa de Rui Barbosa, Munk School/University of Toronto)

Helion Póvoa Neto (NIEM. IPPUR/UFRJ) – coordenador

Larissa Moura Getirana (Caritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro) 

María Villarreal (NIEM, GRISUL/UNIRIO)

 

Intervalo

 14:00 – 17:00 GT1: Estudos migratórios: novas tendências (sessões simultâneas)

 

Sessão 1A - Coordenação: Isabela Cabral Félix de Sousa (NIEM, EPSJV/Fiocruz)

  1. 1.Linguagem afetiva nas relações interculturais com crianças migrantes - Catarina Gonçalves / Fernanda Paraguassu
  2. 2.A construção mediada da educação e perspectivas de futuro entre migrantes brasileiras - Helena Dedecek Gertz
  3. 3.Cinedemografia: migração no cinema brasileiro - Paula Alves De Almeida / José Eustáquio Diniz Alves / Denise Britz do Nascimento Silva
  4. 4.A reconstrução da posição aluno/profissional no processo migratório e sua importância psíquica - Arthur Silvério de Oliveira / Elaine Cristina Schmitt Ragnini / Luísa de Oliveira
  5. 5.Infância e migração: possibilidades de atuação a partir da Psicologia Histórico-Cultural - Luana Lubke /Victoria Klepa

 

Sessão 1B - Coordenação: Gislene Santos (NIEM, Departamento de Geografia/UFRJ)

  1. ONGs, migrantes e empreendedorismo:Economia da experiência, inclusão precária e lampejos cosmopolitas - Sofia Cavalcanti Zanforlin
  2. Etnografar trajetórias da elite brasileira migrante: anotações sobre o deslocamento de famílias brasileiras à Colômbia -Diana Patricia Bolaños Erazo
  3. 3.Política externa migratória brasileira e a teoria pós-moderna de Relações Internacionais: novos conceitos e novas tendências de pesquisa - Roberto Uebel / Amanda Raldi
  4. 4.Por uma “virada prática” no regime internacional de proteção aos refugiados - Matheus Sousa Marques

 

Sessão 1C - Coordenação: Patrícia Reinheimer (NIEM, PPGCS/UFRJ)

  1. A migração internacional nos espaços ordinários: o cotidiano migratório na “Baixada do Glicério”, centro da cidade de São Paulo - Caio da Silveira Fernandes
  2. 2.Terremoto clandestino: narrativas identitárias de refugiados num grupo musical - Júlia Motta
  3. 3.A influência do acolhimento de imigrantes chineses no bairro da Liberdade em São Paulo - Cesar Kizaka Umekita
  4. 4.Juventudes refugiadas: narrativas de jovens estudantes refugiados de Duque de Caxias - Viviane Penso Magalhães
  5. 5.Negras, africanas e refugiadas:corpos ressignificados sob as dinâmicas da subalternização - Marina Tomassini Panosso

 

17:30 -  Cinema e Migração – Migrações Internacionais

Exibição do documentário “Por um Punhado de Dólares — Os Novos Emigrados” (2017)

Debate com o diretor Leonardo Dourado (Telenews, ABPI-TV)

 

Dia 10/09

 

9:00 – 12:00 Mesa redonda: Migração, história e subjetividades

Camila Daniel (NIEM, ITR/UFRRJ)

Gustavo Junger da Silva (NIEM, IBGE)

Maria Catarina C. Zanini (NIEM, UFSM)

Miriam de Oliveira Santos (NIEM, IM/UFRRJ) - coordenadora

 

Intervalo 

14:00 – 17:00 GT2: Estudos migratórios: múltiplas perspectivas (sessões simultâneas)

 

Sessão 2A - Coordenação:Luciano Ximenes de Aragão (NIEM, FEBF/UERJ)

  1. 1.Baianos na Ilha Grande: uma análise sobre os fluxos migratórios destinados a Vila do Abraão - Rafaela Dettogni Duarte Paes
  2. Arranjos domiciliares e migração nas regiões metropolitanas de Campinas e da Baixada Santista - Luiz Antonio Chaves De Farias / Vinícius De Souza Maia
  3. 3.Um homem de letras e de ação: a trajetória de Artur Hehl Neiva no campo imigratório do Brasil entre as décadas de 1930-1950 - Guilherme Dos S. C. Marques
  4. Experiências de acolhimento humanitário de migrantes: agentes em disputa por um modelo curitibano - Eloisa Pissaia / Matheus Kich
  5. Um interventor judeu? Salo Brand e a política do Estado Novo no Norte Fluminense - Yann Almeida Belmont Paula

 

Sessão 2B - Coordenação:Regina Petrus (NIEM, UFRJ) 

  1. 1.O atendimento a mulheres migrantes em Tijuana e o protagonismo dos migrantes - Tuila Botega
  2. 2.Não esperados: paradoxos da imigração haitiana no Brasil - Adriano Alves de Aquino Araújo
  3. 3.Migrações de passagem: o caso dos ganeses no Sul do Brasil - Vania Herédia
  4. 4.Novos fluxos migratórios do Sul Global: Imigrantes senegaleses em Porto Alegre e sua inserção no mercado de trabalho - Júlia Petek
  5. 5.Do global ao local: formas de habitar de imigrantes laborais internacionais contemporâneos em Lajeado/RS - FabianaBraun / Rosmari Cazarotto

 

Sessão 2C - Coordenação:Rickson Rios Figueira (NIEM, UFRR) 

  1. 1.Os migrantes estrangeiros documentados na Amazônia brasileira no período pós-2010 - Alberto Augusto Eichman Jakob
  2. Operação Acolhida: resposta brasileira à grave crise migratória da Venezuela - Eduardo Xavier Ferreira Glaser Migon / Guilherme De Araujo Grigoli
  3. 3.Entre hospitalidade e hostilidade: análise da “ontopolítica” brasileira no fluxo migratório venezuelano através da Operação Acolhida - Victória Figueiredo Machado
  4. 4.Venezolanos en Curitiba: flujo migratorio, diáspora y proceso de integración social - Madison Ramniery González García
  5. A produção de dados sobre emigração internacional: censos x registros administrativos -Antonio Tadeu Ribeiro de Oliveira

 

17:30h

Encerramento: Cinema e Migração – Migração Interna no Brasil

Exibição do documentário “Migrantes”                                                                                

Debate com o diretor José Roberto Pereira Novaes (UFRJ) 

 

Comissão Organizadora:

Camila Daniel (NIEM, ITR/UFRRJ)

César Augusto Marques da Silva (Ence-IBGE)

 Gislene Santos (NIEM, Departamento de Geografia/UFRJ)

 Gustavo Junger da Silva (NIEM, IBGE)

 Helion Póvoa Neto (NIEM, IPPUR-UFRJ)

Isabela Cabral Félix de Sousa (NIEM, EPSJV/Fiocruz)

Isis do Mar Marques Martins (NIEM, IPPUR/UFRJ)

Luciano Ximenes de Aragão (NIEM, FEBF/UERJ)

María Villarreal (NIEM, GRISUL/UNIRIO)

Miriam de Oliveira Santos (NIEM, IM/UFRRJ)

 Patrícia Reinheimer (NIEM, PPGCS/UFRJ)

 Regina Petrus (NIEM, UFRJ) 

Rickson Rios Figueira (NIEM, UFRR)

 

Comitê Científico:

Ademir Pacelli Ferreira (NIEM, UERJ)

Camila Daniel (NIEM, ITR/UFRRJ)

Carolina Moulin (PUC-Rio, UFMG)

César Augusto Marques da Silva (Ence-IBGE)

Enara Echart Muñoz (UNIRIO)

Gislene Santos (NIEM, Departamento de Geografia/UFRJ)

Gustavo Junger da Silva (NIEM, IBGE)

Helion Póvoa Neto (NIEM, IPPUR-UFRJ)

Isabela Cabral Félix de Sousa (NIEM, EPSJV/Fiocruz 

Isis do Mar Marques Martins (NIEM, IPPUR/UFRJ)

Luciano Ximenes de Aragão (NIEM, FEBF/UERJ)

María Villarreal (NIEM, GRISUL/UNIRIO)

Miriam de Oliveira Santos (NIEM, IM/UFRRJ)

Mohammed ElHajji (UFRJ)

Patrícia Reinheimer (NIEM, PPGCS/UFRJ)

 

Regina Petrus (NIEM, UFRJ) 

 

Rickson Rios Figueira (NIEM, UFRR)

 

Página Facebook do evento:

 

Imagem do documentário "Migrantes", que será exibido no VI Seminário do NIEM

 

Não é necessária inscrição para ouvintes.

 

Maiores informações pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

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